O start das revoluções – Insight

Você não sabe, mas pode estar nesse instante desencadeando uma verdadeira revolução. Gosto de pensar que as revoluções não começam naquele ponto que a história mostra, mas em pequenos movimentos, escolhas sutis, anseios que vieram e foram silenciosamente, mas produziram impactos que jamais teremos controle. Pessoalmente, bem mais do que as nações, empresas ou instituições, acredito que cada ser humano é potencialmente o grande start de todas as revoluções. – Aqui no vídeo abaixo falo um pouco mais sobre isso.

Tudo a mesma coisa

A experiência com a morte é sempre uma experiência fora de nós, portanto, reflete nossos medos, nossas crenças, nossas cegueiras. Quando a nossa morte chega, percebemos que ela sempre esteve lá, que é parte da vida, que uma ou outra eram linguagens de uma coisa só.
É preciso pacificar-se com a vida para deixar de ter medo da morte.

Santo dos seus

Todo diabo é santo para alguém, todo santo é ou já foi diabo, de modo que só me resta a consciência de que não há santos que resistam ao cotidiano, afinal, quanto mais enxergo de perto, mais complexidade vejo. Na lente ninguém é totalmente do bem, nem do mal. Somos nós expostos no outro para que não haja outro,
para que não haja nós.

Se você puder ajudar – Por Luc Bouveret

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De Luc Bouveret:

Queridos amigos,

Muitos que me acompanham já sabem do momento delicado e intenso que passamos com nosso filho Tancrede Cecil Bouveret de Liance.

Diagnosticado com Leucemia, está passando por um tratamento bem intenso e além do tratamento, estamos em uma corrente muito grande de vibrações e meditações de Cura que ajudem a salvar nosso anjo.

Tancrede já recebeu 5 transfusões de sangue e 2 de plaquetas

Quem puder doar sangue, seria ótimo. Não importa o grupo sanguíneo, apenas para repor para quem precisar

No Hospital Albert Einstein do Morumbi, é no 4o andar do Bloco A, mas pode ser em qualquer outro banco de sangue.

Tancrede vai precisar de um transplante de medula óssea.

Para cadastrar-se como doador, apenas ir na Santa Casa, rua Marques de Itú 579, e em 20 minutos você está cadastrado

Eterna gratidão pelo movimento de ajuda
Se passamos a nossos amigos, quantos mais doadores, mais vidas salvamos.

Nossa fé e nossa gratidão é infinita.
Somos UM.

Com amor e gratidão
Luc Michael Bouveret

Espaços

claustrophobia
Cidades e seus espaços limitados. Trânsito lento, apartamentos pequenos, calçadas estreitas. Gente apressada, confinada em seus carros, em seus ternos, em si mesmos.
Onde estão os espaços para a dúvida?  Faltam espaços para o amor. A fé, confinada em caixinhas de sapato japonês. Relacionamentos estreitos, pensamentos pequenos, sonhos que deixaram de ser, gente encolhida, encurralada, apertada.
A alma quer liberdade. Se projeta na casa grande, no espaço amplo, na vista para o mar. Procura o abraço prolongado, as bocas, os beijos, o ar. Estica-se como pode, tenta romper o que prende e ser. “Compre”, “venha”, “faça”, “siga”, “vote”, “creia” e a alma vai, e a gente crê.
Os espaços continuam claustrofóbicos. Será assim até que a liberdade seja um valor. Será nossa casa a partir de agora, a liberdade.
Nosso espaço existe no ponto em que aceitamos estar. Entre o despertar e o sono, entre o que escolhemos ser, pensar, nas dimensões que se impõe como olhar e então se expandem e redimensionam todas as coisas.
Espaços não são lugares, são dimensões interiores.
Eles diminuem sempre que aceito o juízo dos pré conceitos, o peso da culpa, o medo de existir, de corresponder expectativas, de aparentar o que todos são. Fico pequeno quando deixo de ser, cresço quando sou.
A liberdade é uma conquista diária, um caminho para quem precisa de espaço, sente falta de ar, de céu, de gente, de vida. Espaços não são lugares.