A cada dia recebo mais e-mails de gente envolvida com trânsito.
Seja o motorista que depende do carro diariamente para se deslocar pela cidade, o profissional que de alguma maneira trabalha por um trânsito melhor, até estudantes e representantes de associações ligadas ao bem estar.
Claro que meu trabalho nas rádios Sul America e Transamérica como âncora ou reporter aéreo motivou esse monte de contatos. No entanto, a grande maioria chegou a partir do meu livro “Dez Histórias e Algo Mais” e das entrevistas que tenho dado a emissoras de TV.
A maioria diz que me ouvindo teve o “start” para repensar a maneira que se relaciona com o trânsito e as pessoas.
Fico feliz com isso especialmente porque minha intenção não é me limitar a questões técnicas que , a meu ver, não são suficientes.
O trânsito faz parte do dia a dia de todos e a medida em que o tempo passa, tende a tomar cada vez mais tempo,energia, dinheiro e paciência das pessoas.
O que estou tentando fazer é estimular cada individuo a tratar essa questão , não só pelas vias comuns (deixar o carro em casa, utilização do transporte coletivo, carona solidária etc…)mas para dar o primeiro passo a partir da mudança do olhar, sabendo que uma simples mudança de percepção pode produzir consciência.
E não é isso que tem nos faltando ?
Mais do que simplesmente projetar toda iniciativa para as autoridades ( que devem ser cobradas sim!), devemos recorrer ao excercicio de auto percepção, onde cada um se enxerga e questiona até onde sou responsável por tudo isso.
Chegar nesse ponto melhora nossa educação no trânsito porque antes nos melhorou como gente. São os que sabem que qualquer mudança importante na vida, começa antes no coração.
Que assim seja no trânsito, nos relacionamentos e na vida em geral: um novo olhar tem mais efeito do que qualquer medida externa que possamos tomar. Sempre.
Pense nisso.
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Grande Flávio…
Lembrei-me de você quando âncora, lembrando a todos que ao nosso lado, não estava o Palio, o Gol ou Vectra, mas a Silvia, a Maria e o Paulo, só assim as pessoas deixam de ser objetos e passam a ter seu real valor.
Grande abraço…
Bruno Padilha
Oi Flávio…
É mesmo… Tal como jogar uma pedra no lago. Aparentemente, nada aconteceu ali; porém, uma molécula agitou a outra…e aquele espaço não será mais o mesmo, nunca mais!
Adorei…
Bom domingo!