A procura da felicidade

A felicidade não é um estágio alienante, um comercial de margarina, uma caixa só de alegrias, bem estar e devaneios. Quem diria, mas, na felicidade há pontuações de tristezas também. Chega determinado tempo onde aprendemos que felicidade e tristeza não são necessariamente opostos, óleo e água, mas muitas vezes complementares. Um caminho sem absolutamente nenhum tropeço, nenhuma dor, nenhuma relativização, nenhum interromper de planos, cauterizaria nossa sensibilidade de percepção, especialmente porque a esmagadora maioria de nós não vive consciente, mas reage mentalmente a estímulos e impulsos. Achamos que bem é o que nos afaga a alma e mal o que a dilacera e quase nunca consideramos os processos inteiros, os salvamentos do ego, a sensibilização do olhar, o desintoxicar dos sentidos que, de outra maneira, continuariam entupidos por nossas “necessidades” de consumo, prazer, autoafirmação… Quer realmente ser feliz? Então, antes de tudo, é preciso aprender a caminhar na ambivalência, desconsiderando o conceito publicitário de felicidade, experimentando a vida como uma dádiva, feliz, grato, humilde, solidário, sabendo que tudo coopera para o crescimento, ainda que alguns dias sejam maus.

Pensamento positivo?

…basta eu mentalizar algo para conseguir o que quiser? Tipo pensamento positivo?
– Pensar positivo é bom, mas não se trata disso. Falo de um ambiente mais profundo, que tem a ver com seu inconsciente, com o que acontece na profundidade de seu ser, com aquilo que é, não necessariamente com o que pensa. O que pensa revela sua mente, sua consciência revela o que é. É nesse nível que se realiza a verdadeira comunicação, de onde vaza o que vocês são. Muitas vezes um pensamento positivo, um desejo que se transforma em objetivo é somente um jogo da mente, uma tentativa de mascarar uma condição que já se estabeleceu interiormente e vocês nem notaram. – Trecho do livro O ÉDEN

Minha prima está doente. O que esperar? – pergunta leitora

Pergunta Leitora: Boa tarde, Flavio! Estou eu aqui novamente. Hoje minha prima e irmã do coração , ela estava fazendo quimio terminou tem 2 meses, no fígado, fez ressonância e apareceu mais um nódulo, o medico falou que tem que operar, estamos muitos tristes, ela é uma pessoa boa, daquelas que se esta andando na rua ve um papel no chão coloca na lixeira, hoje mesmo tinha um galho na avenida ela foi la tirou, podia aparecer um motoqueiro e cair, sempre ajuda o outro, já é o terceiro teve a 20 anos atrás , 4 anos no intestino e 2 no fígado , uma lutadora, como ter força para ajuda sem cair, como posso ajudar? estamos com tanta esperança de tudo dar certo. Muito obrigada

Resposta Flavio: Tudo dará certo. Sempre dá. Nem sempre o certo é o que queremos, nem sempre é o que achamos certo, mas é certo que o certo sempre é. Pessoas boas como sua prima também estão expostas ao sofrimento, também adoecem, também são surpreendidas pelas “calamidades” da vida, todos estamos, no entanto, isso não pode nos matar, ainda que chegará o dia em que o corpo morrerá. Não sei qual será o desfecho dessa doença, mas, entenda, independente de qual seja, nem sua prima, nem vocês de fato morrerão e, ainda que haja sofrimento, tudo pode ganhar significado se a atmosfera diante da crise for de gratidão – por tudo o que são e todas as possibilidades que cada evento carrega; de amor – que se projeta nos cuidados, na esperança, no olhar; de fé – não necessariamente em um desfecho específico, mas na certeza de que, aconteça o que acontecer, no fim, tudo dá certo, que a vida cumpre seus ciclos, que em toda situação de dor inexoravelmente há presentes de amor. Nem sempre o certo é o que queremos, nem sempre é o que achamos certo, mas é certo que o certo sempre é. Por isso, descanse, ame sua prima e espere o melhor. De um jeito ou de outro o melhor sempre vem. A gente só precisa enxergar. É assim que será. – do blog flaviosiqueira.com

Um fluxo natural na existência

Perceba que há um fluxo natural na existência. O mesmo presente na natureza, no cosmos, nos oceanos, na vida dos animais, no funcionamento do corpo, nos processos de manutenção da vida. Um fluxo que organiza, movimenta, conecta, desconstrói para que algo novo surja no lugar. Há um fluxo presente em nossas vidas, sempre. É aquele que encaixa os eventos, reposiciona, relativiza, reorganiza as impressões, o olhar, as certezas, nos tira da zona de conforto, nos faz crescer, nos redimensiona as perspectivas. Observe que é sempre o mesmo fluxo, a mesma força. Ele trabalha em favor do reequilíbrio natural, em direção ao que realmente importa, não necessariamente em direção ao que quero, mas o que preciso. Quanto mais o percebo, menos interfiro, mais me aquieto, pacifico e observo com clareza que, na maioria das vezes, o que chamo de “fazer alguma coisa” só atrapalha o processo que naturalmente se encaminharia, naturalmente se resolveria. Um fluxo natural na vida de quem simplesmente aprendeu a viver no dia chamado hoje e, por isso, é grato, por isso, é feliz. Para esse, basta a cada dia sua própria porção

Da perplexidade a gratidão

Que tal resolver enfrentar esse dia seguir adiante? Usar cada pedra para construir um pedaço da morada que cresce para dentro, superando, ultrapassando, transcendendo minha própria dor, projetando significados, enxergando espaços para crescer, por mais difícil que seja, por mais que eu queira sentar e chorar – e há tempo para isso- , por mais que eu ache que não dá.

Quando a noite for embora, levanto da cama e me surpreendo por conseguir andar, por ver o sol de novo, porque a noite passou e a manhã me trouxe até o dia da minha escolha, o dia chamado hoje, o dia eterno daquele que entendeu que esse é o único dia que existe, que o agora não é um evento no calendário, mas um espaço existencial.
Não tenho controle sobre todos os acontecimentos, mas o que fazer com eles é unica e exclusivamente escolha minha.
Não posso evitar todas as tragédias, mas posso escolher entre revivê-las sucessivamente todos os dias ou ultrapassá-las e sair mais experiente do outro lado.

Não gosto de tudo o que vejo e, se pudesse, pularia uma série de etapas, mas são elas que me tiram da zona de conforto e me dão chances para enxergar o que existia em mim, mas estava escondido.
Não sei lidar com uma série de imprevistos, mas aprendo se mantenho a serenidade de olhar, mesmo diante da momentânea perplexidade em lidar com aquilo que não quero.
Não quero experimentar tragédias e dores, prefiro o descanso e a paz, mas, ao enfrentá-los, desloco a experiência do descanso e da paz para dentro, não como fruto da necessidade de uma vida tranquila e estável, mas como reflexo de quem entendeu que é na interioridade onde vive a realidade.

Não concordo com tudo o que acontece, definitivamente mudaria muitas coisas na vida e assim, aprendo a esperar e ter calma antes de qualquer coisa, entendendo que dores são oportunidades para a paciência, a paciência para experiência , a experiência, esperança e a esperança gratidão.
De dores em dores, de perplexidade às tragédias que não escolho, da luta e o do susto que não domino, sou eu quem escolho, afinal, o que vou fazer com isso?

Meu pai sempre me machucou. Não consigo prosperar, minha relação com dinheiro é adoecida. O que faço? – Pergunta leitora

mulher-presa

Pergunta leitora: Flávio,
Escrevo para agradecer a sua influência em minha vida. Nesse ano houve uma época em que eu estava bem triste por n motivos e encontrei seus vídeos em busca de me reconectar com pensamentos positivos e energias boas, sabia que minha mente estava como que presa em um ciclo de pensamentos não saudáveis e sabia que podia mudar isso. O seus vídeos nessa época foram de grande ajuda em minhas reflexões e meu caminho de superação daquele momento. Grata!
Hoje vendo alguns dos seus vídeos nos quais você dizia que tudo que precisamos está dentro de nós me surgiu uma reflexão sobre dinheiro. Eu nunca consegui até agora me estabilizar em um emprego, por causa disso em 2011 deixei a iniciativa privada e iniciei um mestrado. Ainda tenho paixão pela vida acadêmica, concluí minha dissertação com o conceito dez, mas percebi que pelo menos no começo eu não poderia me sustentar dando aulas, vou me casar ano que vem e é necessário que tenha uma renda maior. Então estudei para alguns concursos públicos e passei dentro do número de vagas para um cargo na Secretaria da Educação com um salário baixo, mas que me permitirá pagar as contas. Tô aguardando a nomeação.
Uma das minhas maiores buscas é equilibrar a minha relação desequilibrada com o dinheiro, superar todos os meus fracassos na iniciativa privada (fui demitida diversas vezes) e conseguir uma maneira de me sustentar e não depender financeiramente do meu pai que é extremamente violento, tenho 31 anos e estou morando com ele, muitas vezes me pergunto porque estou aqui já que sofro violência moral constantemente (no passado também era física, só não acontece mais porque ele está velho), talvez tenha sido incapaz ou fraca para achar outro caminho ou talvez ainda esteja buscando desesperadamente a aprovação que ele nunca me deu. Me sinto ridícula por isso. E por não ter pra onde ir. Me sinto encurralada. Ele ofereceu ajuda financeira durante o tempo em que eu buscava outro caminho (após 2011), eu quis aceitar, fiquei com medo do desrespeito durante esse período mas ele prometeu que nada aconteceria. Eu quis acreditar, mas no fundo eu deveria saber o que nossa relação se tornaria, as ameaças constantes de cessar a ajuda, as palavras de baixo calão, os berros, as humilhações. Me sinto responsável por alimentar a loucura dele, no fundo acho que ele me ofereceu ajuda para alimentar a agressividade dele (que também atingia minha avó e outras mulheres com quem ele relacionou, além da minha mãe que saiu saiu literalmente machucada dessa relação).
As vezes também acho que nunca consegui ter sucesso na carreira porque inconscientemente eu quero ficar ligada a ele, talvez por esperança de receber amor, sei lá… por algum motivo masoquista bizarro que está vivendo obscuramente no meu inconsciente. Porque fora desse lugar eu sonho em ser independente, em sair daqui, sonho em cortar relações com ele pra sempre. Fantasio a morte dele inclusive, por mais perverso que isso pareça. Eu e meu noivo vamos morar em um apartamento que é do meu pai, ele nos ajudou a reformar o apartamento e nós vimos a oferta como uma oportunidade de começarmos a vida a dois, mas é só mais uma prisão. Eu sei. Ele sempre diz que me paga muito bem para me submeter ao que ele quer. Eu me sinto uma prostituta. Porque eu poderia ter feito algo. Claro que tinham alternativas! Mas eu escolhi permanecer.
E olha que interessante esse outro aspecto da minha relação com o dinheiro, eu andei observando meu comportamento percebendo que tenho vergonha de falar que comprei coisas caras ou de falar das minhas (quando há) conquistas financeiras. Eu acho que acho bonito ser pobre. Acho que aproxima as pessoas. Andei me observando e em meu discurso eu vivo repetindo que tô sem dinheiro, que a situação não ta boa… e parece que tenho orgulho disso!!!! Sendo que eu quero ter o dinheiro que acho que mereço pelos meus estudos e inteligência. Essa contradição anda tirando o meu sono. Mas como “ando sem grana” não estou fazendo terapia ultimamente… gostaria muito te receber um atendimento psicológico de qualidade, já fiz muita terapia nessa vida!
Estou escrevendo porque estou presa aqui, nessa situação, imagino que a cerca é baixa e existe um mundo melhor lá fora. Mas ainda assim estou presa aqui. Como sair?

Resposta Flavio: Seu diagnóstico está no caminho certo: a busca pelo reconhecimento, a necessidade de aprovação, de proteção, a dependência psicológica, o sequestro emocional. Gente como seu pai costuma gerar esse sentimento, especialmente em filhos e esposas que naturalmente vão se tornando fragilizados, inseguros, acreditando no fundo que mau trato é cuidado, que talvez mereça, que é tratado conforme sua própria inferioridade. Pensar assim cria algemas na alma, poderosas, complexas, profundas, alterando radicalmente sua relação, não só com a pessoa em si, mas com o trabalho, as hierarquias, os relacionamentos, o dinheiro, e, sobretudo, consigo mesma. Aliás, é ai que se esconde a chave da prisão.
Ninguém sai de uma situação dessas sem sequelas, sem estragos na auto imagem, sem distorções sobre quem de fato é. Em determinado momento o medo, a culpa, a raiva, tudo o que foi semeado por tanto tempo enraíza de forma tão profunda e sufocante que a vida perde os horizontes, as perspectivas de liberdade, afinal, sequestrados pelo sentimento destrutivo, tudo o que fazemos passa a ser apenas uma tentativa de resposta ao que vive tão intensamente dentro da gente. Tudo. Você não consegue pensar na possibilidade de viver feliz com seu marido, você pensa em não viver como viveu com seu pai, é uma resposta. Você não pensa em prosperar no trabalho e ser de fato útil no que faz, servir, crescer, amadurecer, no fundo, pensa em conquistar independência financeira, provar que pode, dar uma resposta ao seu pai. E assim, de um jeito ou de outro, nas metas ou relacionamentos, a figura do seu pai se projeta como um fantasma, um manipulador, um déspota onipresente que afaga com uma mão e machuca com a outra, fortalecendo a “síndrome de Estocolmo” onde o sequestrado cria uma relação de dependência com o sequestrador.
Mas como livrar-se disso? Primeiro jogando luz sobre o cenário, entendendo o processo. Tornando-se consciente que ninguém pode aprisionar a alma de alguém, a não ser que esse permita. Seu pai não tem nenhum poder sobre você a não ser que você dê. Dependência financeira, a casa que ele deu, o dinheiro, a ajuda, nada disso existiria se ele não estivesse aqui. Nesse caso, você teria que agir não? Portanto, de um jeito ou de outro é você quem alimenta esse poder nele e ele sabe disso. Por isso oferece ajuda, por isso dá o apartamento, por isso cobra com juros mais altos do que os bancos. Entender essa dinâmica com clareza é o primeiro passo para enxergar, para colocar cada um no seu papel e entender como uma relação adoecida só se perpetua quando os dois estão doentes, quando os dois permitem, quando os papéis de cada um na retroalimentação do processo já está tão estabelecida, tão arraigada, tão inquestionavelmente posta, que toda a vida passa a girar em torno disso.
Uma vez que você entenda, perdoe. Perdoe seu pai e perdoe a si mesma. No fundo se sente culpada, no fundo acha que tem alguma dívida, aceita a dependência, o chicote, o achatamento porque se sente culpada, menor, inferiorizada. Sabe que é inteligente, sabe que é capaz, sabe que tem muitos méritos, mas não estou falando da superfície, me refiro a interioridade, ao inconsciente, a autopercepção maculada, machucada, arranhada.
Sua dificuldade em lidar com o dinheiro, em dizer que comprou algo legal, sua autossabotagem nos empregos onde sempre é demitida revelam um pouco mais dessa condição de se perceber como não merecedora, e então você se pune. Perdoe-se, isso é absolutamente fundamental. Você não é quem seu pai diz ser, você não é aquela menininha assustada, dependente, medrosa, você cresceu e, se cometeu erros, está na hora de perdoar-se de verdade, de enxergar-se livre, de iluminar seus porões escuros da alma e entregar-se a verdade, ao amor, a vida. Perdoe-se de verdade. Pare de se sabotar, mude o eixo de seu caminho e perdoe-se sabendo que seu maior acusador não é seu pai, mas você mesma.
Uma vez perdoada,perdoe seu pai. Não há razão para alimentar o que aconteceu, esqueça. Ele nunca agiu objetivamente contra ninguém , mas, sobretudo, passou a pobre vida inteira tentando calar seus fantasmas, projetando nos outros, se esforçando para calar a profunda insegurança na proporção em que precisava se sentir dominando, controlando, tudo fruto de uma profunda insegurança, uma profunda dor. Seu pai não tem mais poder sobre você e, se lhe causou sequelas e dores, jogue luz sobre elas, perceba e veja como elas vão se diluindo diante da consciência de quem agora se reconhece e simplesmente enxerga. Nenhuma escuridão resiste a luz. Ilumine-se e perdoe seu pai. Perdoe de todo o coração, de toda alma e de todo entendimento. Perdoe de verdade.
Depois, siga seu caminho. Se realmente aceitar o apartamento que ele oferece, que seja sem culpas, sem altos preços a pagar, sem humilhações. Você é filha, tem direito, ele oferece, é escolha dele, agradeça, ponto final. Se passar disso, sugiro não aceitar. Pague o preço desse distanciamento, pelo menos por enquanto seria bom um tempo. Viva sua vida, você é inteligente, tem uma profissão, vá fundo e, mesmo que a liberdade tenha um preço, perca o medo e conquiste-a ! Você está chorando em um quarto escuro, amedrontada, embaixo da mesa, seu pai no mesmo ambiente, gritando, ameaçando, mas, acredite, tem uma porta aberta nesse ambiente. Levante, saia, exponha-se ao sol, ao vento, viva sua vida livre das ameaças, livre da culpa, livre do medo e carregada de perdão. É o perdão que iluminará seu caminho, projetará luz e quebrará as algemas,.
Seu pai fez e continua fazendo as escolhas dele, você as suas, portanto, estar livre não é uma escolha de mais ninguém a não ser de você mesma.
Perdoe, cure-se, siga seu caminho. Você quer? Estou contigo nessa.

E ai, você aguenta?

Todo aquele que busca, encontrará. Quem não se conforma com a fôrma, as explicações, os condicionamentos, quem de alguma maneira sente que nem sempre as peças se encaixam, que há perguntas a serem feitas, há partes não contadas, pedaços inteiros faltando, quem sente que não é apenas o advogado, jornalista, servidor público, engenheiro, médico, ator, motorista, pai, mãe, filho, irmã, vizinho, consumidor, cidadão que paga cada vez mais impostos, quem sente que é mais do que isso, que não é só isso, buscará, redirecionará seu caminho, levantará a cabeça, enxergará, perceberá e, finalmente, encontrará. Não há busca sincera, nem caminhos iluminados pela consciência que sejam em vão. Eles darão em algum lugar e, se de fato for o que você quer, sim, você encontrará o que busca. No entanto a grande questão é: você está preparado? Será que realmente está pronto para saber que não é necessariamente quem pensa que é? Acha que pode relativizar suas crenças, seus valores, seu “roteiro” de vida sem maiores consequências? Abrir os olhos muitas vezes implica em ser mal visto por determinados grupos, hostilizado por outros, questionado por muitos que perguntarão “Todo mundo pensa assim, todo mundo faz igual, sempre fizemos, ninguém fala nada e agora vem você com esse papinho de doidão? Relaxa, ligue sua TV e pare com isso”. Se você está buscando a verdade, se percebe que só temos parte da história, se sente que precisa das respostas, vá em frente ! Mas antes de chegar aonde pretende, responda se puder: você está preparado? Tomara que esse mais novo Insight lhe inquiete, lhe encha de perguntas e, sobretudo, ilumine sua consciência. Se você deixar será um passo a mais. Bom dia ! Que seu dia seja cheio de Graça, cheio de consciência.