Obrigado!

Ontem, quando cheguei no espaço Satyam, comentei com a Lucila Calado que não tinha a menor ideia se viriam 5, 10, 50 pessoas ou mais, afinal, avisei com apenas 4 dias de antecedência que haveria uma noite de lançamento do meu novo livro emSP.

Aos poucos as pessoas começaram a chegar, vinha gente de todos os cantos, gente que eu já conhecia dos encontros, gente que fiquei conhecendo ontem, gente que eu não via há muitos anos, gente que descobriu meus conteúdos na noite anterior e resolveu aparecer, gente que tem caminhado comigo há um tempo anonimamente e ontem finalmente deu as caras, gente de idades diferentes, estilos diferentes, mas todos com a mesma sede, a mesma vontade de crescer, aprender, enxergar, criando um ambiente maravilhoso, confirmando em mim a percepção de que estamos no mesmo caminho.

Quero agradecer de coração à todos os que foram, aos que quiseram e não puderam e aos que torceram de longe para que a noite de lançamento do Mensagens que chegam pela manhã desse certo. Foi mais do que eu esperei, portanto, fica aqui minha sincera gratidão e o compromisso de manter meus passos junto com os seus em simplicidade, sabedoria e amor.

Obrigado à todos, especialmente à Lucila Calado e a Veet Surya pela ajuda essencial e disponibilidade de sempre !

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Vai dar certo!

Tudo dará certo. Sempre dá.

Nem sempre o certo é o que queremos, nem sempre é o que achamos certo, mas é certo que o certo sempre é. Pessoas “do bem” também estão expostas ao sofrimento, também adoecem, também são surpreendidas pelas “calamidades” da vida, todos estamos, no entanto, isso não pode nos matar, ainda que chegará o dia em que o corpo morrerá.

Tudo pode ganhar significado se a atmosfera diante da crise for de gratidão – por tudo o que são e todas as possibilidades que cada evento carrega de amor – que se projeta nos cuidados, na esperança, no olhar de fé – não necessariamente em um desfecho específico, mas na certeza de que, aconteça o que acontecer, no fim, tudo dá certo, que a vida cumpre seus ciclos, que em toda situação de dor inexoravelmente há presentes de amor.

Nem sempre o certo é o que queremos, nem sempre é o que achamos certo, mas é certo que o certo sempre é. Por isso, descanse, ame e espere o melhor. De um jeito ou de outro o melhor sempre vem. A gente só precisa enxergar. É assim que será.

O poder do silêncio

Pare um segundo.

Sim, pelo menos enquanto me lê por aqui faça uma pausa e preste atenção nos sons ai do seu ambiente. O que ouve? Vozes, ruídos, carros, gente, passos, maquinas, o que ouve?

Agora repare que grande parte desses sons pareciam não existir até agora há pouco, eles se confundiam com os sons produzidos por sua própria mente.
São esses que costumamos ouvir e são eles que geralmente se sobrepõe a todos os outros, tornando nosso existir em um permanente estado ruidoso, barulhento, confuso.

É por isso que não suportamos o silêncio, como se pudéssemos evitar que nossas mentes, sobrecarregadas, barulhentas, não nos incomode, não nos pergunte, não nos questione.

Falo muito sobre a necessidade de nos aquietarmos por acreditar que nenhum passo consciente pode ser dado no meio de tanta confusão, tantos apelos, tantas vozes.

Tomara que esse vídeo com seus pouco mais de cinco minutos ajude a silenciar sua alma hoje. E que a paz te envolva e te acolha. E que o dia clareie. E que tudo fique bem.

O universo que somos nós

Enxergar implica em desconstruções, perceber-se pode desembocar em quebra de paradigmas, em novas descobertas, na coragem de deixar as nuvens, ascender ao céu e depois ir mais longe. Esse Insight é mais um dos que me nego a dar respostas prontas, é mais um dos que inquietará muita gente ( portanto só veja quando tiver tempo pra parar e prestar atenção por 15 minutos), mas, tomara, pode ser útil para que você perceba e chegue sozinho a muitas conclusões.

Amor

Amor será sinônimo de fraqueza, de espírito pobre, amedrontado e servil. Jamais passará de título de música popular, inspiração de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implicações de responder as demandas da vida em amor. Amor será apenas uma palavra açucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto não estiver claro que só posso experimentá-lo quando de fato eu me tornar amor. – do livro Mensagens que chegam pela manhã