Kumaré

Mestres não formam discípulos, mas outros mestres. Veja esse documentário com toda abertura de mente e reflita sobre até que ponto tende a projetar em gente, grupos, religiões, instituições aquilo que só encontrará em si mesmo.

“O cineasta americano Vikram Gandhi fez um documentário que serve de ponto de partida para reflexões sobre a religião e a necessidade que a maioria das pessoas tem de acreditar em algo extraordinário, que esteja além dos limites da condição humana.

Ghandhi se passou por sábio indiano que realizava o ritual da “luz azul” – inventado por ele. O projeto inicial do documentário era mostrar o negócio em que se transformou a yoga, banalizando-se por intermédio de gurus que surgem a todo instante.
Quando começaram as gravações, Ghandhi teve a ideia de fazer o papel de um homem santo e se tornou em uma espécie de Borat, o personagem criado pelo humorista britânico Sacha Baron Conhen que viajou pela Inglaterra e Estados Unidos como se fosse o segundo melhor jornalista do Cazaquistão.”
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2 comentários em “Kumaré

  1. Incrível, que filme maravilhoso!

    incrível como as pessoas “enxergam apenas o que querem ver

    ” até quem disse que “ele estava falando dele mesmo” não se levou a sério, e o resto das pessoas também não , mesmo ele confirmando que estava falando dele mesmo.

    Kumaré ! lindo!

    Nunca pensei no meu ideal, apenas em tudo que não gosto em mim, a partir de agora vou agregar e inclusive é lógico por em prática, o meu eu Ideal com meu eu verdadeiro, será que eu consigo, vai dar trabalho, será que eu aguento o tranco? Só tentando, né?

    Freud tem uma teoria sobre o Id e o Ego muito interessante, onde ele diz:

    Id – O id não faz planos, não espera, busca uma solução imediata para as tensões, não aceita frustrações, não conhece inibições. Ele não tem contato com a realidade, sendo que uma satisfação na fantasia, tem o mesmo efeito de atingir o objetivo de forma concreta.

    Ego – é o eu de cada um, o defensor da personalidade, é o termo muito usado na psicanálise e filosofia. A principal função do ego é procurar harmonizar os desejos e a realidade, e posteriormente entre esses e as exigências, ou seja, os valores da sociedade.

    Eu penso que aí estão as chaves para unir o “eu ideal com o eu real”
    O que você acha?
    Eu vou tentar!

    Mp

  2. Belo documentário. Fica a sensação de como o homem está perdido na matrix, no sistema que o enquadra. Busca a espiritualidade, porque a espiritualidade é aquela voz silenciosa que não cala. Mas, com tanto padrão, com tanta crença incrustada no interior, não sabe como chegar lá e acaba, realmente, se entregando a falsos gurus, a descaminhos. O do filme não fez mal algum. Mas nem sempre é assim…

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