Seres livres

Sejamos humildes e santos, não como os canonizados, os “perfeitos” mas com as crianças, como os que nem sabem, muito menos reivindicam ser, mas são porque vivem em coerência com o que lhes habita em essência.

Sejamos livres! Um ser livre jamais será completamente aceito por nenhum sistema. Nenhum! Sistemas funcionam sob a égide do controle, da massificação, do condicionamento.

Seres livres não se permitem condicionar, como pássaros não gostam de ficar em gaiolas e, peixes, se tiverem uma oportunidade, pularão do aquário para águas correntes.

Se aprendermos a viver cada dia sua porção, se aceitarmos enxergar apenas as demandas daquele dia, no momento, no agora, no dia chamado hoje e desenvolvermos um olhar grato mesmo quando os dias parecem difíceis, então, finalmente, estaremos no caminho e, nele, cresceremos em amor e pacificação.

O resto, as perfumarias, os códigos, as demandas religiosas, a superfície, deixe para quem se preocupa com isso

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