Deixei de crer e agora?

Nossas crenças refletem quem somos. Não se trata de absolutos, de verdades irrefutáveis, mas quando assumimos crer nisso ou naquilo estamos confessando a nós mesmos, um retrato daquele momento. Mas a vida se movimenta e nossas experiências podem nos deslocar de uma zona convenientemente confortável para uma dimensão nova, cheia de perguntas, com perspectivas que alteram o jeito de enxergar as coisas.
Uns reprimem, outros encaram e se assustam. Deixam de crer no que criam, porque nossas crenças refletem quem somos. Nós mudamos e os cenários mudam. Crescemos e o ângulo de visão se modifica. Toda tentativa de fixar-se em um único jeito de ver, de pensar, de sentir, pode nos tornar reféns de um argumento, presos em cenários fixos enquanto a alma evolui, a mente se expande, a consciência aprofunda. É preciso liberdade para caminhar. Paz para ser quem é. Nesse áudio abaixo, uma breve reflexão sobre o assunto. Pense comigo, fique bem!

 

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Um comentário em “Deixei de crer e agora?

  1. É verdade. Nada é fixo, tudo se transforma e evolui, e nossas crenças também deve ser desconstruídas a todo momento que experimentamos novos aprendizados.

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