Pra saber o que fazer

Às vezes reviravoltas acontecem. Nos sentimos acuados, como se o caminho, antes largo e promissor, tivesse repentinamente se afunilado.
Não me sinto à vontade em dizer para quem vive esse momento o que deve ou não deve fazer, isso é fórum intimo, é pessoal, é escolha própria.

Mas posso garantir uma coisa fundamental: nada está perdido.
Posso lembrar que nada é por acaso e, sempre que procuramos manter a calma e a serenidade de olhar, portas que nem imaginávamos se abrem, portas de acolhimento, de saída, de solução.

Portanto, reconhecendo sua dor e seus medos, incentivo que tente enxergar tudo a partir de outra perspectiva: não se coloque como vítima, jamais faça isso, não se amargure, nem se culpe.
Se sentir que deve mudar, mude em paz, sem briga, sem rancor. Simplesmente siga seu caminho em paz, com serenidade, isso é fundamental.
Se achar que deve continuar onde está, que seja sem mágoa, sem cobrança, sem desconfiança, sem culpa. Faça o que fizer, que seja com serenidade.

Acho que está na hora de aprender essa lição, a importância da quietude interior, aquela que transcende os vendavais e furacões que às vezes nos atingem.

Que seja assim contigo. Pacifique-se.

Nossa paz interior cresce quando aprendemos que ela não precisa estar vinculada a uma vida “cor de rosa”, mas existe mesmo diante da dor, está acima do luto é maior do que as confusões que vez ou outra nos metemos.
Entenda isso e, acredite, saberá exatamente o que fazer. Fique bem !