Para que em nós não falte nada

Se um grão de areia contém o universo inteiro e cada gota d´água contém todos os oceanos, se o micro contém o macro e o infinito se expressa no finito, posso pensar que “micro” e “macro” não existem.

Talvez o que exista seja uma coisa só percebida fragmentadamente por mentes fragmentadas.

Quem sabe o grão de areia, por nele conter o universo, se perceba como universo? Assim, nele, não falta nada.
Como a gota d´água ou uma formiguinha que se sabe formiga e carregue em sua natureza todos os movimentos do infinito e do universo. A formiga não sente falta de nada. A formiga é o universo.
Os seres humanos que se procuram em tudo deixariam de procurar se entendessem que cada consciência é uma representação de todo universo. O macro representado no micro. O infinito no tempo e no espaço. O universo inteiro em reflexos de consciência.
Aquele que está em si, inteiro no espaço que ocupa, se verá como é, parte do todo. O todo onde não há falta, onde tudo se completa, onde a existência, em toda sua linda diversidade, é uma coisa só.
Vida que só pode ser em abundância.
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