Quando tudo perde o sentido e caimos

Nossas angústias produziram filosofias e religiões e seguimos confortavelmente por elas até dobrarmos a esquina e constatarmos que não há mais chão. Caímos. Não há onde se agarrar, sem ter o que fazer, nenhuma lógica que nos conforte enquanto a inevitável queda se impõe. Acho que é ai que você está.

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4 comentários em “Quando tudo perde o sentido e caimos

  1. Meu Querido, Flávio Siqueira e Demais Vagalumes, este Vídeo Já Diz Exatamente Tudo Aquilo que a Gente Precisa Fazer para nos Livrarmos do Medo de Ver, Sentir, Ouvir e Viver, que é nos Questionarmos de Tudo Aquilo que Está ao Nosso Redor, em Tudo. O Ato da Desconstrução é Muito Importante, pois, é esse ato que nos Liberta para a Verdade, que Revela o Contrário de Tudo Aquilo que nos Foi Condicionado, Programado quando Viemos ao Mundo: Religiões, Crenças, Regras, Comportamentos, etc. Nos Esconder da Verdade e Não Sentir a Queda é nos Encher de Expectativas de um Futuro Incerto com Medos Injustificáveis e estar à Mercê do Mundo Manipulador, do Sistemão dos Dias Atuais. Mais uma Vez, Muito Obrigada, Flávio, por Mais uma Reflexão neste Início de Semana e que Fiquemos Muito Bem 😉 🙂 😀

  2. Muita Gratidão, Flávio Siqueira, Tudo de Bom pra Você e à Todos Nós, Vagalumes de Todos os Cantos do Planeta. Tem dias que eu Consigo Participar ao Vivo do Seu Programa “Mensagens que Chegam Pela Manhã” e outros não, em Razão do Meu Trabalho, mas, Sempre Ligadinha no Seu Blog. Muito Obrigada, Fiquemos Muito Bem 🙂

  3. Olá Flávio. Primeiramente quero agradecer a todos os insights, textos, emails que você produz. Há alguns meses, estava eu com meus fantasmas, tentando entender porque sentia um vazio dentro de mim. Sabia que faltava alguma coisa. Então lembrei de um professor meu, que dizia que a gente não sabe todas as respostas, mas que devemos saber onde procurá-las. Então comecei a procurar na internet tudo que tinha relação com a vida, as respostas dos porquês da vida. E de tanto procurar, um dia encontrei seus vídeos no youtube. Foi como acordar de um sonho ruim e finalmente, respirar aliviado sabendo que aquilo tudo foi uma farsa. Não consegui parar de ver todos os vídeos, ficando até altas horas acordado querendo entender mais sobre o que falava. Confesso que algumas coisas demorei a entender, mas depois fui compreendendo e, mais do que isso, sentindo as mudanças em mim. Começava agora uma etapa de mais calma e serenidade na minha vida. Não era qualquer coisa que me abalava no dia-a-dia. Porque ali eu podia já enxergar a causas das situações que eu vivia. Por que que eu estou falando isso aqui? Bom Flávio, é porque preciso desabafar mesmo, e acho que você pode e vai me ouvir. Bom, primeiramente preciso que entenda a situação. Eu moro numa pequena cidade do estado de Goiás, chamada Arenópolis, que tem aproximadamente 4 mil habitantes. Não sei se sabe como é, mas todos conhecem todos. Então. Eu me formei e minha visão a partir disso era o trabalho. Pra mim o trabalho a partir dali era prioridade da minha vida, e assim fiz. Trabalhei bastante com o sonho de ter muita grana, ser reconhecido perante a sociedade e todas aquelas bobagens fúteis que você já conhece. Então criamos um negócio próprio onde tive que contratar alguns funcionários. E era um tipo de negócio em que eu era muito dependente desses funcionários e havia uma rotatividade grande, um troca-troca constante desses funcionários e isso me causava problemas. Não era a maravilha que imaginava que seria. Tudo que eu fazia não dava certo. Era inacreditável. Eu me extressava muito, perdi muitas noites de sono tentando encontrar respostas para a desordem na minha vida. Foi ai que começaram minhas buscas por respostas. Até que conheci seu trabalho. E comecei a entender que eu estava me descobrindo, e que isso era a chave de tudo. A partir disso, eu não abandonei meu trabalho, mas via as coisas com outro olhar, porém tudo persistia em não dar certo. Entretanto, aquele sofrimento que eu tinha já não era tão aguçado. Consegui enxergar que a minha vida estava DESCONSTRUINDO. Estava muito claro pra mim. Meu negócio ia muito mal. Via a qualquer momento eu ter que fechar as portas, mas não tinha tanto medo disso acontecer, eu sabia que aquilo era necessário pra que algo bom pudesse acontecer na minha vida. Então, em dezembro de 2015 eu fiz uma reunião com todos os funcionários e comuniquei a todos que iria fechar o negócio, que ele havia se tornado insustentável. Eu já tinha feito dois empréstimos no banco, que por sinal estavam atrasados. Priorizava sempre os salários dos funcionários, pois sempre considerei as pessoas mais importantes. E não quero parecer bonzinho, mas eu realmente preocupava-me com aquelas pessoas. Só que eu não tinha dinheiro para pagar todos os direitos trabalhistas deles. E pedi a eles que pudessem ter um pouco de compreensão que eu iria pagar todos assim que eu vendesse meu negócio, o que não era uma tarefa tão difícil. Naquele momento todos pareciam concordar, mas não está sendo bem assim. Garanto que estou fazendo o meu melhor pra tentar regularizar essa situação. Mas confesso Flávio, eu muito triste. Não por não ter ainda conseguido regularizar essas pendências, mas triste por sentir o ódio dessas pessoas para comigo. Alguns conseguem ver que estou lutando para resolver. E considero-os não como funcionários, mas como amigos. Já a maioria se retira de um local se eu chego, vira o rosto pra não me olhar. E esses encontros não são difíceis de acontecer, já que a cidade é muito pequena, e por ser pequena há vários comentários sobre mim. Hoje mesmo é o dia que estou me sentindo pior, pois uma funcionária ouviu umas mentiras na rua e me acusou de um monte de coisas: que eu era muito mentiroso, covarde, disse ainda que está sabendo que eu tenho passagens já compras para ir embora para outro país para não pagar ninguém. Tenho consciência de quem sou, e repudio a injustiça e que não preciso convencê-los de nada que sou, mas confesso que fiquei muito mal hoje. Então hoje a tarde resolvi sair para o ginásio de esportes, onde haveria um pequeno torneio do qual eu participaria. E assim fiz. E na ocasião eu vi alguns dos funcionários que trabalhavam comigo. Dai que terminamos os jogos eu peguei meu carro já a noite e fui pra casa. Chegando aqui, já no claro, vi que meu carro estava todo arranhado. Não quero acusar ninguém, mas sinto que pode ter sido um deles. Não estou chateado pelo carro, mas sim pelo ódio que estou sentindo sobre mim. Então Flávio, o motivo de te escrever é o de que você possa me ajudar a entender porque isso está acontecendo comigo. O que devo fazer? Como reagir diante dessas situações? Será que realmente existe algo bom me esperando? Obrigado.

    Enviado do meu iPhone

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