Movimentos

Muitas vezes o “algo” que nos falta é justamente o que nos mantém em movimento. É o espaço entre as certezas acomodadas e o descontentamento angustiado. É manter-se caminhando.
Acredito que o ideal seja conciliarmos o aquietamento de espírito, com a inquietude da mente que quer aprender, quer se manifestar de outras e outras maneiras, tantas linguagens, tantos jeitos de ver, tanto a saber… Sinto ser essa uma das lindas expressões da ambivalência que nos constitui e que deve ser equilibrada.
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