A felicidade mora no simples

Quando mais novo sentia que era preciso mergulhar na complexidade dos dilemas para quem sabe entendê-los.
Com o tempo entendi que não há fim para as perguntas, que um dilema leva a outro e os paradoxos se sucedem, especialmente porque o infinito não cabe em minha mente finita. Sinto que o absoluto só pode ser compreendido por uma mente fragmentada (como a nossa) fragmentadamente, projetando-se na simplicidade cotidiana. O mistério dos buracos negros na mãe amamentando um filho, as questões mais essenciais sobre vida e morte na beleza de um jardim, os significados do “bem” e do “mal” nos pensamentos de uma criança. A felicidade mora no simples.”… não sou mais tão criança, ao ponto de saber tudo”
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