Filhos adolescentes

Respondi há pouco um pai de uma adolescente tentando encontrar o “jeito” certo, o equilíbrio no trato, a consciência de até onde ir, onde deixar de ir, especialmente na fase em que os filhos contestam tudo. Compartilho a resumida resposta:

“Sei sobre o que fala e as dificuldades que todos nós temos. Não há fórmulas, mas posso compartilhar um pouco de minha experiência.

Não me melhoro como pai se não me melhoro como homem.

Não trabalho o desapego se não trabalho o desapego como uma distorção de amor próprio em mim (nos apegamos a nós mesmos e projetamos isso nos outros.)
Não há fórmulas, mas há jeitos de trabalhar-me, aprimorando meu jeito de ver a vida e, consequentemente, dando respostas em amor.

É claro que eles nem sempre entenderão. Obviamente isso não elimina os conflitos, mas, acredite, por mais que não discirnam imediatamente, os filhos sentem e processam a energia, muito mais do que os discursos.

Acredito que essa seja nossa melhor linguagem, a energia que vazamos: o que somos no que fazemos, em como tratamos.

Cuide de sua mente, seja sóbrio e firme quando achar que deve, retroceda quando sentir que é o caso, mas parta de uma consciência pessoal de amor que começa em seu olhar como um todo (não apenas na criação de um filho) e deixe que suas ações sejam respostas práticas dessa condição pacificada. É assim que eu faço.

Não sei se ouve meu programa, caso queria, posso me aprofundar mais na segunda feira. Um abraço, meu amigo, e caminhemos!”

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