Fortes?

Todos querem ser fortes, certo? A questão é: para que eu me veja forte, preciso da referência do fraco. Não haveria “forte” se não fosse a existência do fraco, um precisa do outro, assim como a direita precisa da esquerda, o “bem” precisa do “mal”, a morte precisa da vida.
São polos da mesma ilha, aspectos de uma coisa só.
Pensar-se fora dos polos tem a ver com reconhecer nossa natureza.
Somos ambivalências e nenhum de nós jamais será expressão absolutas de nada, em aspecto algum.
Aceitar a relatividade como bela, nos coloca em movimento e tira o peso de acreditar que somos qualquer outra coisa que não fragmentos, humanos, gente que por alguma razão é capaz de projetar significados nas próprias experiências. O que passar disso é presunção.
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Um comentário em “Fortes?

  1. Flávio amigo, tufo bem?! Adriano,de Juiz de Fora-MG. – Acabo de ler o seu texto sobre os “Fortes”, e me ocorreu uma referência que pode ser muito pertinente… Você conhece, ou já ouviu falar, no “Eduardo Marinho” ?
    Tenho assistido muitos dos seus videos e ele lança um olhar sagaz e desprendido sobre o modelo de sociedade vigente. Gostaria que desse uma olhada, (visto a correlação com muitas de suas colocações), … e derrepente você descorrêsse algo à respeito, na rádio ou em um de seus videos, ok?!
    – Eduardo Marinho , no YouTube … nos primeiros resultados.
    Abraços e obrigado!
    Adriano

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