Ninguém sabe amar! – Mensagens que chegam pela manhã

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Um comentário em “Ninguém sabe amar! – Mensagens que chegam pela manhã

  1. olá Flávio, tenho muita empatia com seus comentários a respeito dos temas que aborda.
    gostaria de comentar a respeito da pergunta recorrente de quem busca respostas sobre sua condição de ser humano: quem sou eu?
    no meu entendimento essa pergunta contem uma armadilha sutil. a palavra “quem” no caso leva a um entendimento (do ego) de que seriamos basicamente uma pessoa (personalidade ou personagem), um “eu” ou corpo físico, mental e emocional, o que se define como ego. creio que a pergunta que evitaria tal engano seria: “o que” sou eu.
    para mim o “quem”, o corpo físico, mental e emocional seria apenas o veículo que o “que” se utiliza para experienciar essa dimensão de tempo, espaço e dualidade na qual vivemos.
    fazendo uma comparação limitada: no caso da exploração do espaço sideral, o astronauta seria o “que” e sua roupa o “quem”.
    a esse “que” damos várias denominações: espírito, energia inteligente, vida, etc. esse “que” não está submetido às leis dessa nossa dimensão (tempo, espaço e dualidade) e nós, egos”, ao o imaginarmos dizemos que é imortal embora para o “que” tanto imortalidade como mortalidade não faz nenhum sentido, assim como assuntos como bem/mal, moral/imoral e outras dualidades.
    o uso do “quem” na pergunta é uma tentação para o ego nas suas artimanhas. através da mente ele começa a imaginar a existência de deuses à sua imagem e semelhança sempre com o intuito de se preservar e continuar vivendo no “paraíso”, de preferência com belas virgens.
    o ego com o instinto de sobrevivência que lhe é inerente luta a todo custo pela sua segurança, e em certos aspectos, é fundamental para a preservação da espécie humana. o ego se sente vivo através das emoções, o vazio é morte para ele. é tão obstinado que não importa o tipo de emoção. ele é capaz de sustentar situações e emoções que causam grande sofrimento para se sentir vivo.
    da mesma forma que a roupa do astronauta não possui atributos que a façam compreender ou perceber a presença do astronauta assim também acontece com o “quem”, ego.
    muito grato pela importante missão que vc está desempenhando e um grande abraço,
    Nei Sobral
    66 anos, engenheiro aposentado

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