O caso do atirador em Campinas e o aproveitamento político da tragédia

A tentativa de politizar o caso do atirador que matou o filho, a ex esposa e os parentes e depois se suicidou em Campinas/SP é no mínimo desonesta!
Tenho lido artigos vinculando as bobagens que o assassino escreveu em uma carta, aos atos bárbaros praticados. Como se uma coisa fosse a causa da outra!
O site “brasil247”, em artigo assinado por Eduardo Guimarães, chega a propor: “Afaste-se de quem pensa como o assassino de Campinas” e “pondera”: “O homem também criticou o ministro do STF Ricardo Lewandowski, a quem chamou de “lixo”, e a ex-presidente Dilma Roussef, a quem chamou de “vadia”.
Adiante ele exorta “Quem garante que aquele cunhado radical de direita um dia não vai pirar e sair dando tiro em todo mundo?”
Mais uma triste situação de aproveitamento político sobre a dor alheia a partir do lamentável discurso do “bem” contra o “mal”. Inspirados em tantas tragédias da história humana, alimenta-se a trágica ideia: “Quem pensa como nós é do bem. Quem pensa diferente, afaste-se,ou melhor, mate antes que faça alguma coisa.” No fim sabemos onde isso dá.

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2 comentários em “O caso do atirador em Campinas e o aproveitamento político da tragédia

  1. Olha, não acho que a política, não importa de direita ou esquerda, tenha a ver com o que aconteceu em Campinas. Isso é discurso de pessoas que querem achar os motivos, culpados e julgam sem ver os fatos, as circunstancias, que levam as pessoas ao desiquilíbrio. O que vejo, a cada dia, é que as pessoas estão perdendo o valor a vida, o respeito a escolhas de cada individuo e o livro arbítrio que cada um tem. Nada justifica tirar a vida de outra pessoa, não importa a situação. Falta amor, falta respeito, esperança. O que vemos são pessoas vazias, sem gratidão, colocando seus problemas acima de tudo e de todos, como se fossem os únicos sofredores desse mundo. Pessoas que acham que podem tudo, que não possuem limites. Precisamos buscar consciência, buscar amor, buscar sabedoria. Entender que temos que aceitar aquilo que não temos o poder de mudar e não achar que tudo tem que funcionar como determinamos. Deixo aqui, meus sentimentos de compaixão a família, que não merecia essa dor, essa perda, esse sofrimento. Que a iluminação e o consolo invada seus corações e traga conforto, em um momento tão difícil, tão desolador e que as pessoas, busquem mais equilíbrio, mais amor, em suas vidas, para que assim, tragédias como essa, não voltem a se repetir.

  2. Bem, Flávio Siqueira e Inversos, a gente já está acostumado à lidar com gente assim, que se aproveita de situações como essas para ficar “batendo” no ego dos outros, mas, a Melhor maneira de Lidar com indivíduos deste porte Você, Flávio, já nos mostrou que é simplesmente não responder aos ataques. Quem mete o pau nos outros está se autorevelando-se a sua natureza hostil e deprimida de sua Vida e por isso não vale à pena dar atenção à essas pessoas. Gente como esse sujeito não tem nada de bom para si mesmo, só quer se aparecer fazendo uso político da situação. Um grande Abraço pra Você, Meu Amigo, Flávio Siqueira e à Todos os nossos Invertidos e que esse tal do Eduardo Guimarães seja um Exemplo à Não ser Seguido por nós, que o Mundo é Aquilo que Reflete o nosso Eu Interior e que possamos sempre Sermos Felizes com a Nossa Liberdade de Consciência, Zelando pelo Respeito ao Próximo e Convivendo Pacificamente com as Diferenças Alheias 🙂

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