Para todos

Se a macieira oferta a maçã para quem colhe, seja lá quem for.
Se o frescor da noite depois de um dia abafado esfria os corpos do corrupto e do santo, do “virtuoso” e do “escória”.
Se a morte recolhe jovens, idosos, bebes, carrascos, debeis e “nobéis” com imparcialidade, e a vida acontece em todos igualmente, pois o coração bombeia sem ideologias, os pulmões não procuram méritos, os rins não se importam com raça, se é assim, por que serei tão seletivo ao me relacionar, como se um merecesse mais do que outro?
Por que serei tão apressado diante dos encurralamentos da vida na tentativa de entender a razão disso ou daquilo, como se isso fosse justo e aquilo não? Melhor me esvaziar da tola presunção de quem pensa que sabe e levar em consideração a gratuidade dos processos que não buscam “merecedores”, mas acontecem em liberdade para todos.
Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s